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terça-feira, 19 de abril de 2016

“Era insuportável ouvir que eu pertencia a ele”

“Era insuportável ouvir que eu pertencia a ele”

A frase é de uma jovem abusada por quem devia protegê-la


Como toda menina do interior, Valdeíza sonhava em morar na capital, onde poderia estudar e se tornar alguém na vida. E o fato de ter onde ficar tornava as coisas ainda mais fáceis para que o sonho da garota se realizasse.
Foi assim que Valdeíza dos Santos Reis, com apenas 9 anos de idade,  saiu da pequena cidade de Borba, no interior amazonense,  para morar com os tios na capital, Manaus.
A receptividade dos tios deixou a menina tão à vontade que ela se sentia em casa. E o que ouviu do tio a deixou ainda mais segura e confiante: “Vou lhe tratar como uma filha.”
Porém, passaram-se as primeiras semanas e a menina começou a notar algo diferente no comportamento do tio. Todas as noites, ele ia até o quarto dela. Era só a esposa adormecer e lá estava ele. “A forma como ele me olhava e me tocava me dava medo.” Assustada, Valdeíza tentava gritar. Mas ele, exigindo silêncio, a sufocava.
Foram 7 anos de tormento. Os finais de tarde eram carregados de pavor e desespero. Ela já sabia que, ao se aproximar a meia-noite, ele estaria lá. Ele a ameaçava, dizia que se contasse para alguém a expulsaria de casa e ela ficaria sem ter onde morar. “Ele fazia questão de afirmar que eu dependia dele e que o meu corpo pertencia a ele.” As ameaças de morte também eram constantes.
Valdeíza passou a se isolar e ideias suicidas passaram a rondar seus pensamentos – um comportamento típico de alguém que está sendo vítima de abuso. Ela não admitiria mais ser tocada pelo agressor, mesmo que fosse para matá-la. Ela própria faria o serviço, decidiu. Tomou vários remédios, mas o que conseguiu foi uma intoxicação por medicamentos.
Na tentativa de fugir do inferno em que vivia, a adolescente passou a sair todas as noites. Buscava em festas um alívio para a sua alma atormentada. E, como consequência, mais ameaças, mais agressões.  
“Odiava o meu tio, a mim e ao meu corpo por atraí-lo. Ouvia uma voz que dizia para eu dar um fim nesse sofrimento e que eu era a culpada disso tudo.”
Por mais duas vezes Valdeíza tentou o suicídio. “Era insuportável ouvir que eu pertencia a ele.”
Livre da prisão
Mas um convite para participar de uma reunião na Universal fez despertar na jovem um fio de esperança. Já no primeiro dia foi convidada também para fazer parte da Força Jovem Universal (FJU) e, a cada mensagem, a cada encontro, aumentava nela o desejo de romper o silêncio e se livrar daquela prisão.
“Busquei em Deus a saída. Nas reuniões aprendi que precisava perdoar o meu agressor e me livrar daquela mágoa que me corroía por dentro.” Mas, além disso, era preciso coragem para ir embora.
Essa coragem surgiu no dia em que o abusador resolveu consumar de vez o ato sexual. Ali, indefesa, Valdeíza, em pensamento, clamou a Deus e o livramento veio. Naquele exato momento chegou um familiar e ele não pode consumar o ato.
Decidida a não mais se submeter às agressões, ela fez a mala e partiu para uma nova vida. O apoio espiritual recebido na Universal foi imprescindível para essa tomada de decisão. “Passei a me amar e me tornei uma mulher independente.”
Hoje, aos 25 anos, Valdeíza é uma mulher sem traumas, feliz e realizada.

O que as deboras da  UNIVERSAL fazem fora do Templo de Salomão na Fundação CASA.







 Grupo Débora é um grupo de esposas de bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus, que se unem para somar esforços, e aumentar ações solidarias, com o objetivo de ajudar o próximo, apoiam e incentivam instituições que prestam serviços à sociedade.




                         Bem cedinho nesta última terça-feira, uma equipe de fé esteve presente, na Fundação Casa Mooca ,Chiquinha Gonzaga, essa equipe composta por esposas de bispos e pastores da IURD, que tem por objetivo levar alento aos mais necessitados,  e o evento foi visto em todos os detalhes,dos arranjos da decoração, e todos os quitutes servidos neste dia.
























 Dona Silvania Costa, deu início ao evento e disse: "todas nós temos uma história de vida. cada uma de nós temos um passado. Se a noite você conversa com seu travesseiro e pensa que não tem mais jeito, nós queremos somar alguma  coisa na vida de vocês , Deus deu para cada uma de nós uma nova chance, e quer dar para vocês também, basta você querer, " 





quem esteve presente no  evento foi o   pastor Geraldo Vilhena coordenador Estadual de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez uma oração especial pela libertação das adolescentes e deu uma palavra sobre libertação das drogas disse: ele “O maior problema  que hoje a sociedade enfrenta são com as drogas,  e somente com a ajuda de de Deus é que se pode ter a libertação a pessoa tem que usar uma fé inteligente, se as drogas tem sido o seu problema maior, então recorra para o Senhor Jesus uma atitude pode  mudar sua vida.”


Dando continuidade ao evento foi a vez da palestra, com o auxilio do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos  quem começou o debate foi Robson ex-usuário de drogas disse ele: “ Comecei cedo no mundo das drogas achando que ia usar socialmente, com o passar do tempo  fiquei um dependente químico. Pastor Geraldo pergunta: Com quantos anos você começou no mundo do crime?  Robson: com 13 anos no tempo de escola fiquei curioso e fiquei também um dependente.   
O mundo das drogas ele te da aparentemente, mais depois vem o resultado  de uma plantação, com o passar do tempo se perde totalmente a dignidade. Pastor Geraldo pergunta? Qual foi a maior dificuldade que você teve para largar as drogas?  Ele responde: As amizades quando se ta na pior ninguém te procura, mais a primeira coisa se você sair daqui, eles vão aparecer no seu portão. Pastor Geraldo diz: o que vocês adolescentes fizeram não chega nem aos pés do que este palestrante fez, a saída, é o querer de cada uma de vocês hoje você está aqui, é o melhor que o governo pode dar, mais falta nas suas vida o principal, que é ter um encontro com Deus, porque o problema maior é o espiritual, é somente com a ajuda de Deus é que vocês terão uma saída finalizou ele.



 . Entre as atividades apresentadas, teve uma linda peça teatral, que conta a história de um empresário que não tinha tempo para a família, somente para o trabalho e der repente se depara com a morte, e ele vê que não adiantou juntar tanto dinheiro.
 A festa ficou animada com a distribuição de muito bolo com refrigerante, as meninas dançaram ao som de uma linda apresentação musical apresentada pela Ana Paula, que com uma coreografia toda especial tocou no coração de cada uma das meninas. Funcionários da casa agradeceram a presença de todos os integrantes da IURD, são momentos assim que vale a pena fazer o bem, sem receber nada  em  troca a maior recompensa e ver as adolescentes sendo libertas e transformadas, e  no futuro também poderem dar o seu testemunho.                              




Que o Senhor Jesus abençoe a todos.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Ex-arcebispo morre antes de ser julgado por pedofilia



O caso seria o primeiro julgamento de crime de abuso sexual de menores no Vaticano


No último dia 28 de julho, o ex-arcebispo católico Josef Wesolowski, de 67 anos (Foto abaixo), foi encontrado morto em sua residência no Vaticano. Prestes a ser julgado pelo crime de pedofilia, o polonês teve “morte natural” depois de ter um ataque cardíaco, segundo um comunicado divulgado pelo Vaticano logo após os primeiros resultados da autópsia. 
Wesolowski seria o primeiro integrante da Igreja Católica a ser julgado por crimes de abusos sexuais de menores, quando ainda exercia o cargo de núncio na República Dominicana, entre 2008 e 2013. Ele estava afastado desde junho de 2014 de suas ações religiosas, depois de ter sido acusado um ano antes de guardar material pornográfico infantil nos computadores da Santa Sé e de ter mantido relações sexuais com crianças. Foi detido pelas autoridades e chegou a ir para o presídio do Estado. Mas, dois meses depois, foi transferido para prisão domiciliar, alegando estar com problemas de saúde. Desde então, nunca mais foi visto em público.
 

O ex-núncio, que também foi embaixador da Santa Sé, seria julgado no dia 11 de julho, mas a audiência foi adiada porque na véspera ele foi internado em razão do agravamento do seu estado de saúde. Na ocasião, surgiram suspeitas de tentativa de suicídio, quando informantes não oficiais do hospital romano disseram que ele teria dado entrada na internação após ter ingerido uma mistura de medicamentos e álcool. Os detalhes da doença nunca foram especificados, mas, segundo a Agência Italiana de Notícias (Ansa), com base em fontes do Vaticano, o religioso tinha sofrido na ocasião uma “grave queda de pressão por causa do calor, de tensão e da idade”.
Após o adiamento da audiência, esperava-se que o estado de saúde de Wesolowski se restabelecesse para dar prosseguimento ao fim das suspeitas em um julgamento que poderia ser realizado ainda em setembro. Porém, a “morte natural” do religioso pegou de surpresa até seu advogado Antonello Blasi, que disse à Ansa ter encontrado o religioso alguns dias antes “sereno e disponível como sempre”.
Julgamento tardio
O caso do polonês estava sendo acompanhado de perto por associações de vítimas de abusos, que já haviam criticado o Vaticano de não atuar mais energicamente na questão e de acobertar outros escândalos. A associação americana Rede de Sobreviventes de Abusados por Sacerdotes (Snap), por exemplo, havia lamentado em sua rede social que a punição do papa Francisco contra Wesolowski tinha sido “secreta e tardia” e que os “chefes católicos só agem quando são obrigados a fazer isso, sob pressão da mídia e, quando o fazem, é sempre em segredo, neste caso sem revelar as acusações, a suspensão ou a razão da suspensão”.
Eles também se referiam à demora na posição da Santa Sé em julgar o caso, já que em junho de 2014 uma corte exclusiva foi criada para punir os religiosos acusados de negligência ou cumplicidade em casos de pedofilia.
 
 O Comitê da Organização das Nações Unidas sobre os Direitos da Infância também já havia realizado uma conferência em 2014 para cobrar da Santa Sé maior resolução contra os abusos de sexuais de menores. Na ocasião, o comitê criticou as medidas tomadas pelo Vaticano contra os acusados, como a simples transferência deles para ocultá-los das autoridades judiciais e a falta de cooperação nas investigações, já que a Santa Sé tinha se recusado a responder a 4 mil questionários sobre investigações eclesiásticas.
Durante a conferência, o Vaticano informou, em contrapartida, que sempre recebia centenas de denúncias contra sacerdotes todos os anos e que havia formulado uma série de diretrizes sobre o tema para facilitar o trabalho.
Falta de punições
De tempos em tempos, ressurgem casos sobre crimes de pedofilia divulgados tardiamente, o que dificulta uma possível punição. Nomes de autoridades eclesiásticas são envolvidos em situações que ocultam os suspeitos, como o do bispo Rogerio Livieres (falecido em agosto), que, em 2014, foi destituído de suas funções no Paraguai por ter acobertado um padre de sua diocese acusado de abuso de menores.
Na última década, outros casos vieram a público. Em 2010, o jornal The New York Times revelou, por meio de documentos obtidos na Igreja Católica, que o então papa Bento 16, quando ainda era cardeal, havia acobertado o reverendo Lawrence Murphy, acusado de abusar de 200 meninos surdos no Estado de Wisconsin, nos Estados Unidos, entre os anos de 1950 e 1974. O episódio veio à tona somente depois que as vítimas moveram um processo contra o Vaticano por negligência. O reverendo acusado nunca foi julgado ou sancionado pela Igreja, pois, segundo o Vaticano, quando descoberto, já estava idoso e muito doente.
Ainda em 2010, o cardeal Godfried Danneels, antigo chefe da Igreja Católica na Bélgica, foi acusado de ocultar o caso de pedofilia do ex-bispo de Bruges, Roger Vangheluwe. Segundo os jornais belgas De Standaard e Het Nieuwsblad, a vítima teria gravado uma reunião em que Danneels teria tentado convencê-lo a manter sigilo. Vangheluwe renunciou o sacerdócio apenas depois de ter reconhecido que abusou sexualmente do menor.
O acobertamento dos crimes só dificulta ainda mais uma possível punição do suspeito, caso venha a ser confirmada sua acusação. Assim como aconteceu com o ex-arcebispo, a morte pode chegar primeiro.



Próximo do Templo de Salomão os voluntários da UNIVERSAL ofereceram um almoço para as famílias dos internos da Fundação CASA.




A base de uma sociedade feliz é a família, se uma família vai mal, tudo ao seu redor vai mal, e foi pensando nisso que o Pastor Geraldo Vilhena, está realizando um projeto, voltado para as famílias dos internos, todo primeiro domingo de cada mês, famílias são recebidas, com carinho para uma confraternização, um almoço oferecido pelos voluntários da IURD,neste ultimo domingo, foi muito mais que especial, 




Um assunto que sempre é passado é que o maior problema das famílias é espiritual e que a unica saída é uma libertação e que só o Senhor Jesus pode realizar.




 Amauri Figueiredo e Robson de Freitas (BLOCO DE AJUDA AOS DEPENDÊNTES QUIMICOS), ambos com envolvimento com drogas e tráfico Amauri conta que havia muitos conflitos , dentro de casa, meu pai não aceitava , minha mãe, conheceu JESUS e tudo mudou, comecei a ver minha mãe como minha amiga.  Robson diz que várias vezes tentou parar de usar as drogas , mais não conseguiu, foi só com ajuda de Deus, conseguiu sair do fundo do abismo, 





Sebatiana ex-alcoolatra

Nelson era um viciado em vários tipos de drogas.

Laudilino ex-presidiário,

Este jovem ex-interno da Fundação Casa, ganhou liberdade agora é membro da UNIVERSAL.

Em seguida foi realizado oração  da fé para libertar as famílias das obras de bruxarias e feitiçaria.





A festa ficou completa com um delicioso almoço servido com carinho para todos  com direito a sobremesa, sorvete . 
















Houve também doação de roupas para as famílias dos internos.

Que o Senhor Jesus abençoe os voluntários e as famílias presente.