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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

“Não tem um segredo, é só se entregar da maneira certa no altar”

 “Não tem um segredo, é só se entregar da maneira certa no altar”

Entenda como alguém que morou nas ruas construiu uma vida de sucesso














Vestido elegantemente em um blazer preto e uma camisa branca, o empresário Darci dos Santos, de 65 anos, gerencia uma empresa de construção civil em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. São ao todo 41 pessoas que compõem a sua equipe, direta e indiretamente.
Entretanto, a vida de Darci nem sempre foi assim. Ele não conheceu seus pais. Foi deixado ainda bebê em um orfanato em Porto Alegre. Viveu lá até os 8 anos de idade, quando decidiu fugir e viver nas ruas.
“Eu e algumas outras crianças do orfanato achávamos que era melhor viver na rua do que viver ali. Não entendíamos direito como era o mundo lá fora e conversámos sobre isso. Até que um dia eu tomei a decisão de fugir”, relembra.
A escolha custou muitos anos de miséria para Darci, que vivia, dia após dia, sem perspectiva, sem um propósito, sem um objetivo.
“Eu fui morar em uma praça em que havia outros moradores de rua como eu. Mas na rua não temos um propósito. Se temos fome, procuramos comida no lixo – eu não pedia esmolas no semáforo porque achava isso errado; se queríamos beber cachaça ou usar drogas, vendíamos latinhas e papelão, mas somente o suficiente para adquirir aquilo que desejávamos.”
E assim ele viveu por 40 anos, sem desejar sair daquela situação, sem imaginar que poderia ter uma vida próspera.
Um presente de Deus













Em uma madrugada muito fria, Darci estava dormindo no Centro de Porto Alegre quando se assustou com os passos firmes de alguém. Ao levantar, perdeu o equilíbrio – por causa do susto –, tropeçou e caiu, batendo a cabeça no chão. Com o sangue escorrendo, percebeu que não era mais seguro permanecer naquela região e decidiu caminhar até o viaduto que dava acesso à avenida Assis Brasil, no bairro Cristo Redentor, onde viveu por mais algum tempo.
Certa vez, enquanto caminhava pela avenida, um voluntário da Universal, vestido de branco, o chamou para entrar na igreja localizada ali.
“Eu o vi me chamando, mas apaguei no meio da rua. Quando acordei, ele me disse que era para eu tomar um banho e voltar ali, pois me daria um presente. Então, eu o obedeci. Fui até uma vala, que era uma espécie de pedaço de terreno baldio, e ali me limpei. Tinha uma senhora que me conhecia, ela me deu algumas roupas e voltei para falar com ele. Eu pensei: ‘Poxa, ele vai me dar um presente que vai mudar a minha vida.’ Mas, quando cheguei lá, ele me deu um envelope vazio, e disse: ‘Vá e não olhe para trás, e tal dia você traz o sacrifício.’ Era época da Fogueira Santa. Então, fui vender latinha e papelão. Juntei um bom dinheiro com aquilo, mais do que eu já havia conseguido”, conta.
Darci levou o dinheiro para a igreja.  “Deixei o meu sacrifício no altar.”
Darci recorda que continuou morando na rua por cerca de 3 meses após o cumprimento do voto que havia feito. Mas a primeira porta se abriu, com a conquista de um emprego.
“Consegui um emprego na construção civil, como servente de obra. Eu comecei a trabalhar e sempre prestava atenção no que os pedreiros faziam. Quando dava uma folga, eu emprestava a ferramenta deles e fazia o trabalho que eles estavam fazendo. Fui aprendendo como fazer. Depois de certo tempo, comecei a arrumar serviço por conta própria. Deus foi abençoando e eu abri a construtora que tenho hoje”, diz.
O resultado













Para Darci, a Fogueira Santa foi o que causou essa transformação. “Antes, quando eu estava na rua, eu não tinha um propósito, eu nem tinha a noção do tempo, não sabia que horas eram, nem que dia era. Mas, quando eu me entreguei no altar, percebi que poderia fazer muito mais do que o básico para viver. Deus abriu minha visão. Cada vez que eu faço minhas orações, peço que Ele me dê sabedoria, me dê visão, para que eu possa alcançar as bênçãos que mais sonho, e Deus sempre me abençoou”, afirma.
O empresário também deixa uma orientação para o perfeito sacrifício: “Muitas pessoas me perguntam qual o segredo do sucesso. Eu digo que não tem um segredo, é só se entregar da maneira certa no altar. Não adianta colocar apenas o valor, é preciso colocar a vida inteira. É preciso jejuar, orar, ser dizimista. Por exemplo, estou participando do ‘Jejum de Jesus’, que está ocorrendo em toda a Universal, e isso faz diferença. Hoje, eu ainda não sei ler nem escrever, mas há pessoas com diploma que trabalham para mim. Eu também passei muitos anos sem família, e Deus me abençoou com a minha esposa – e sou bem casado. Porém, não podemos relaxar, já estou pronto para a próxima Fogueira Santa.”






Para dar início a realização deste evento, os voluntários da UNIVERSAL fizeram doações de vários itens de  beleza  para montagem de uma salão dentro da Fundação Casa Feminino unidade mooca.


Houve distribuição de centenas biografias NADA PERDER I e II do bispo Edir Macedo

Nesta foto um voluntário se preparando para entrar na van da Fundação Casa para chegar ao evento

Mais voluntários entrando na van com suas doações para Fundação Casa

Nesta foto o pastor Geraldo Vilhena junto com a direção da Fundação Casa da Mooca.


Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha.


Pastor Geraldo Vilhena e o pastor Augusto faz apresentação de crianças na Casa das Mães da Fundação Casa.


Esteve presente também o ex-usuário de drogas Robson de Freitas e uma ex-traficante Amauri na qual fazem parte do Bloco de Ajuda aos dependentes Químico, os mesmos realizaram uma palestra sobre a prevenção de drogas para todas as internas da Fundação Casa. 


Após a palestra o pastor Geraldo e voluntários realizam uma oração de libertação para todos 

O evento houve um café da tarde com doces e refrigerantes para todos os que estavam ali presente.


este evento foi animado pelo guitarrista Reginaldo que fez grande apresentações no evento.






quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Ele vivia de rock, drogas e sangue

 Ele vivia de rock, drogas e sangue

Influenciado pelo padrasto, Rodrigo era forçado a beber e a brigar com seu irmão








Quem olha para o baiano Rodrigo da Silva, de 28 anos, não imagina que um dia ele foi gótico e se cortava para ver o próprio sangue escorrer pelo corpo.
Ele viveu uma infância problemática. Seu pai abandonou sua mãe antes dele nascer. Rodrigo cresceu ao lado da mãe e do padrasto, que, além de alcoólatra, também era traficante. “Meu padrasto bebia, usava drogas, obrigava a mim e a meu irmão a beber até ficarmos embriagados e depois nos colocava para brigar.”
A adolescência não foi diferente. Aliás, continuou marcada por violência, pobreza e humilhações, o que levou Rodrigo a ser um jovem frustrado e com ódio de tudo e de todos. “Cresci vendo meu padrasto e seus companheiros traficando e usando drogas em casa e também éramos maltratados.”
Isso fez que Rodrigo, carente e se sentindo rejeitado por todos desde criança, arrumasse uma forma de chamar atenção de seus familiares. Ele virou gótico, passou a usar roupas escuras e maquiagem pesada, frequentava cemitérios e entrou para o mundo das drogas. “Era uma forma de maquiar o problema e de chamar atenção da minha família. Uma maneira que usei para que eles vissem meu lado negativo”, diz.
Além disso, Rodrigo conta que começou a sentir desejo de matar as pessoas porque uma voz pedia que ele fizesse isso. “Era uma voz que me mandava fazer porque se eu fizesse eu iria gostar do resultado.”
Todos iriam morrer
O baiano lembra que a situação mais complicada foi quando ele e amigos góticos decidiram que todos iriam tomar veneno para morrer. “Em uma madrugada decidimos sair e nos despedimos de tudo que gostávamos de fazer.  Quando voltamos, tomamos o veneno e apagamos. Ao acordar, pensamos que tínhamos morrido e que estávamos no inferno, mas  a mãe do meu amigo contou que tinha trocado os comprimidos.”
Idas e vindas







Rodrigo estava cansado da vida que levava, regada a shows de rock, drogas e bebidas alcoólicas misturadas com sangue. Fugiu para São Paulo e graças a seu irmão, que tinha ido para a cidade aos 11 anos, conheceu o trabalho da Universal. Após frequentar por um curto período, notou que estava mudando suas atitudes e que já era outra pessoa. Mas acabou retornando à Bahia, se afastou da Universal e voltou às más amizades e às drogas.
Entretanto, mais uma vez, a oportunidade de uma mudança chegou até Rodrigo. Atendendo ao convite de um colega, foi a uma reunião da Universal no estado. “Fui bem recebido e orientado pelos obreiros a pegar firme e encontrei o apoio que eu tanto procurava.”
A transformação não foi da noite para o dia. Rodrigo se livrou de todas as coisas que ele acreditava que o levavam para o mundo sombrio. “Quebrei aproximadamente 3.600 CDs e DVDs de bandas de rock.”
Hoje, Rodrigo não se sente mais carente nem necessidade de chamar atenção de ninguém. Atualmente trabalha como auxiliar de eletricista e é casado com Elaine, sua grande companheira. “Todos têm visto a transformação que Deus fez na minha vida. Não preciso de noitadas ou bebidas. Antes fazia isso em busca daquilo que eu não tinha, que era felicidade! Ajudo os que passam pela mesma situação ou pior do que a minha. Encontrei a verdadeira felicidade ”, completa.  


















































Um café da manhã especial Voluntárias visitam unidades da Fundação CasaAgência Unipress/SPSÃO PAULO – Recentemente, voluntárias que fazem parte da Associação das Mulheres Cristãs (AMC), instituição sem fins lucrativos ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, visitaram duas unidades da Fundação Casa (Piratininga e Brás), em São Paulo, e, na oportunidade, recepcionaram os familiares dos internos com um delicioso café da manhã especial. À medida que chegavam para visitar os parentes, deparavam-se com uma mesa repleta de frutas, sucos e outras guloseimas, tudo preparado especialmente para eles. Segundo o pastor Geraldo Vilhena – responsável pelo trabalho evangelístico nas unidades da Fundação Casa em todo o estado de São Paulo –, presente no evento, juntamente com alguns obreiros da UNIVERSAL, o gesto tem por objetivo colaborar com o bem-estar dessas pessoas. “Em alguns casos, elas passam horas viajando, sem comer absolutamente nada; foi pensando nelas que organizamos essa recepção”, argumentou o pastor, destacando também que, além do café, todos receberam uma oração especial, bem como uma palavra de fé e ânimo.
























































































































































































































sábado, 16 de agosto de 2014

Alguém acreditou em mim

Eu era só mais uma nesse mundo! Com a visão tapada e mente fechada, eu vivia apenas para o meu eu. O que eu me tornei no mundo foi em vão, porque era infeliz. Estava completamente vazia, oca; não tinha perspectiva nenhuma de vida. Toda noite eu tinha pesadelos terríveis, vultos que me assustavam e diziam coisas no meu ouvido, sempre antes de dormir.
Eu me sentia inferior, era o próprio complexo de inferioridade. Tudo o que eu queria era morrer, mas as tentativas de suicídio foram inúteis. O caminho que eu seguia só me levava ao nulo. Vivia na prostituição, no vício do álcool, eu estava chegando ao meu fim. Havia pessoas que me aconselhavam, mas eu não dava ouvidos e sempre fazia a coisa errada, e para me castigar com tudo isso, eu me cortava. O vazio, a depressão, o mundo, as amizades, os problemas, as vozes, tudo me deixava cada dia pior e com mais desejo de morrer.
Foi assim que cheguei ao Força Jovem Universal. Perdida, apagada, infeliz, destruída por dentro e por fora. Mas, no Força Jovem, as pessoas ao meu redor acreditaram em mim e me ofereceram ajuda, mas eu não sabia o que fazer, existiam conflitos dentro de mim. O que era largar o pecado? Abandonar a vida errada e seguir Jesus? O que era ter o encontro com Deus? Batismo no Espírito Santo? Eu não sabia. Mas eu quis. Eu quis mudar de vida, eu queria conhecer Aquele Deus que todos falavam, eu quis e eu venci. Largar o pecado foi o maior obstáculo, porque muitas vezes eu tive de dizer “não”, e isso doeu. Mas eu consegui, pessoas me ajudaram, Deus me ajudou.
Tudo valeu a pena e hoje sou uma nova pessoa, uma nova jovem. A diferença aconteceu quando o Espírito Santo me envolveu. O vazio que trazia a tristeza, a vontade de morrer, as amizades, as bebidas, a prostituição, foi preenchido pelo amor e misericórdia de Deus. Hoje, batizada com o Espírito Santo, fui levantada a obreira, lembro-me de tudo que passei, do buraco que Deus me tirou e me disponho a ajudar as pessoas que se encontram na situação em que estive, e dou um conselho para elas: Não vale a pena!
A falsa alegria vem para todos. Eu pensava que era feliz, até encontrar Jesus. Todos nós sabemos o que está dentro de nós, sabemos se de fato somos felizes. Olhe para dentro de você e veja você mesmo... Algo faltava dentro de mim, na verdade, faltava tudo. Jesus nos chama todos os dias, mas a escolha depende de cada um.
Meu nome é Isabella Natal, tenho dezessete anos, e minha vida mudou quando encontrei Jesus na Universal.
Isabella Natal




A UNIVERSAL  faz uma noite diferente na Fundação CASA. 


Eu me lembro quando jovem que o esporte me ajudou a não entrar no mundo das DROGAS diz o pastor Geraldo Vilhena (coordenador de evangelização em unidade da Fundação CASA de São Paulo)



  

Então no Projeto apresentado pela UNIVERSAL na Fundação CASA está embutido varias atividades de esporte inclusive o Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos.



Nesta ultima quinta feira a Universal na Fundação organizou uma partida
De Futebol  para para tirar o desejo de usar drogas dos internos da Fundação Casa
Na chegada dos jogadores do time da UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA.
Já podíamos sentir a expectativas dos adolescentes da casa para iniciar o jogo.
O obreiro Walter e o time da UNIVERSAL seu time chegaram á unidade com muita FÉ. 



 Antes do inicio da partida ministramos uma oração com os adolescentes no Pátio.
 O jogo inicia com muita garra e vontade de ganhar por parte dos dois times
Mas os adolescentes da Fundação CASA mostraram que estavam muito bem
Preparados para ganhar aquela  partida.
Tanto que ganharam de 8 x 1 para time da Universal na Fundação Casa.
A alegria era enorme por parte dos adolescentes quando terminou a partida


 Organizamos  a entrega  das medalhas  os  jogadores da UNIVERSAL e as obreiras
Evangelistas da casa fizeram as honras para cada adolescente do time ganhador.



 Encerramos com uma foto geral de todos os  jogadores .
Que DEUS abençoe  mais esta iniciativa da Universal na Fundação Casa
Para alegra a noite dos adolescentes  desta Unidade.