quarta-feira, 18 de junho de 2014

Não sou defensora do movimento feminista.

Não sou defensora do movimento feminista. Aliás, discordo, com base na Bíblia, de alguns de seus ideais, mas reconheço que hoje usufruímos de direitos conquistados por mulheres que lutaram muito.
Alguns desses direitos legítimos são: assinar contratos, ter o nome em propriedades, direito ao voto, direitos trabalhistas, direito à contracepção, cuidados como o pré-natal, licença-maternidade, ter a integridade física preservada etc.
Todavia, nessa busca pela igualdade, perdemos algumas coisas peculiares à mulher e à sua natureza feminina. E sobre isso gostaria de escrever e promover um comportamento que está se perdendo.
As mulheres pediram a liberação sexual: nos últimos 40 anos, foi visível o aumento da promiscuidade, das doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez indesejada. Milhões de crianças têm nascido sem um lar para acolhê-las e sequer sabem quem é o pai. As mães precisam ir aos tribunais exigir pelo menos uma pensão. Amor nem entra em questão.
As mulheres têm se entregado para quem deseja apenas o seu corpo e não está disposto a amar a alma que está ali.
Liberdade é um presente que recebemos de Deus quando nascemos, mas tem um preço, que é saber fazer as escolhas certas. Porque senão a conta chega e ela pode ser alta demais.
Elas também estão impedindo os homens de ser o que eles foram designados para ser: protetores.
Mesmo que você trabalhe, que seja fácil abrir a porta, que tenha as respostas, que saiba trocar lâmpadas etc., permita que seu marido ou namorado seja gentil e lhe ajude.
Escuto mulheres reclamando que não existem mais homens românticos e cavalheiros, mas elas mesmas estão contribuindo para que isso seja extinto.
Antes de sair para carregar todas as sacolas e reclamar que não se faz mais homens como antigamente, que tal dizer: “Quem me dera ter a força que você tem, meu amor, que eu conseguiria carregar todo esse peso…” A reação dele será imediata: segurará todo peso e, quem sabe, não a segura no colo também, para mostrar que é forte, rs?
Deixe que ele abra a porta do carro, puxe a cadeira, ceda a vez, segure o guarda-chuva, a proteja com o paletó, abra o pote de azeitona, chame o garçom…
Não somos fracas porque gostamos de flores, de um elogio quando vamos ao salão de beleza ou porque gostamos de conversar. Só somos mulheres...
E que regra é essa que a mulher tem que dividir a conta do restaurante toda vez?
Se ele tem condições de pagar, não tem mal nenhum nisso!
No passado as feministas foram às ruas e queimaram seus sutiãs, sapatos de salto alto, maquiagens, cílios postiços, cintas… como forma de protesto. Rapidamente elas descobriram o que já sabiam: era muito difícil ficar sem eles. Tiveram que comprar tudo de novo. Será que somos inferiores porque usamos, precisamos e gostamos disso?
Inibir um homem de ser um cavalheiro é fazer o mesmo.
Se você é sábia, deve saber perfeitamente o que é bom e o que precisa como mulher. Nada de imposições que roubam o privilégio de ser mulher.
E homens e mulheres merecem ser tratados com igual dignidade e respeito, dentro das suas diferenças.
Esse tema dá uma boa conversa. Qual é a sua opinião?
O que você sente falta hoje e o que pediria para que os homens mudassem?
Não sei se eles vão ler nossas opiniões, mas pelo menos vamos esclarecer mais esse assunto, não acham?
Hum…tive uma ideia: que tal você mandar este post para um amigo e ver a opinião dele?


UNIVERSAL NA


FUNDAÇÃO CASA

Internos da Fundação Casa são batizados

Jovens assistiram a reunião no Brás, se batizaram e conheceram as instalações do futuro Templo de Salomão

Por Cinthia Meibach






Jovens infratores que cumprem medidas sócio-educativas na Fundação Casa, no estado de São Paulo, recebem semanalmente o apoio espiritual dos voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus, que levam a eles mensagens de fé e de esperança. Durante os encontros, os internos são orientados, à luz da Bíblia, a manter um bom comportamento dentro e fora da Unidade de Internação. Os voluntários também proporcionam momentos de descontração com a apresentação de peças teatrais e de bandas musicais.
Neste último domingo, algo diferente aconteceu. O juiz responsável pelos internos da Unidade de Bela Vista, localizada na zona norte da capital paulista, liberou quatro jovens para participarem da “Reunião do Encontro com Deus”, na Igreja Universal do Reino de Deus, no bairro do Brás, sob os cuidados de funcionários e do diretor da Unidade, Marcelo José Pogolom.
Durante a reunião, os internos acompanharam com atenção os ensinamentos dados pelo responsável evangelístico da região, bispo Guaracy Santos, que enfatizou a importância de abandonar os maus costumes e começar uma vida longe do pecado. Tocados pelas mensagens de fé e pelas orações, os jovens decidiram se entregar a Deus por meio do batismo nas águas.
Um dos internos, J.M., de 16 anos, que já havia se batizado em outra ocasião, fez questão de relatar a mudança que aconteceu dentro dele, após o batismo nas águas: “Agora que estou batizado no nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, estou aliviado. Eu sinto que toda a maldade que havia dentro de mim saiu dando lugar a uma certeza de que Deus está comigo.”
Após a cerimônia, os adolescentes tomaram café da manhã e receberam mais orações do Coordenador Estadual de Evangelização na Fundação Casa, pastor Geraldo Vilhena. Para ele, poder acompanhar a transformação de vida de cada interno, é algo gratificante. “Procuramos levar aos internos o conforto espiritual, e por causa disso, muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata
Para finalizar a visita, os adolescentes foram levados pelo pastor Geraldo até ao local das futuras instalações do Templo de Salomão (foto acima), onde puderam ter a dimensão do novo templo que está por vir.

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